Visit Arouca https://visit-arouca.com | Ajudamos a descobrir Arouca Sun, 18 Oct 2026 19:22:53 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.27 https://visit-arouca.com/wp-content/uploads/2019/02/cropped-Favicon-Visit-Arouca-2-32x32.png Visit Arouca https://visit-arouca.com 32 32 Visitar a Ponte 516 Arouca | Tudo o que precisa saber https://visit-arouca.com/visitar-ponte-516-arouca/ https://visit-arouca.com/visitar-ponte-516-arouca/#respond Sat, 11 Dec 2021 17:26:15 +0000 https://visit-arouca.com/?p=1350 A ponte 516 Arouca foi inaugurada a 2 de maio de 2021. Fica localizada no Concelho de Arouca e encontra-se na vizinhança dos Passadiços do Paiva. É atualmente, e em conjunto com os Passadiços do Paiva, a maior atração turística do Arouca Geopark. É a maior ponte pedonal suspensa do Mundo, sobre o Rio Paiva, […]

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A ponte 516 Arouca foi inaugurada a 2 de maio de 2021. Fica localizada no Concelho de Arouca e encontra-se na vizinhança dos Passadiços do Paiva. É atualmente, e em conjunto com os Passadiços do Paiva, a maior atração turística do Arouca Geopark.

É a maior ponte pedonal suspensa do Mundo, sobre o Rio Paiva, a uma altura de 180 metros e com 516 metros de comprimento e daí o seu nome. A sua travessia garante uma vista fantástica sobre a Garganta do Paiva e da Cascata das Aguieiras, ambos geossítios do Arouca Geopark.

Dicas rápidas para visitar a Ponte 516 Arouca?

  • A visita da Ponte 516 Arouca é realizada em grupos de 25 pessoas, no máximo.
  • A entrada é interdita a crianças com menos de 6 anos, carrinhos de bebé e a animais de companhia
  • Não é permitido a entrada em chinelos, sapatos de salto alto ou outro calçado desajustado
  • É proibido fumar, comer ou beber durante o percurso
  • Não é permitido a entrada com guarda-chuvas
  • É proibido circular de bicicleta ou veículos de mobilidade elétrica
  • O percurso é  acompanhado por um guia que fornece informações interessantes sobre a ponte, a sua construção e regras a seguir
  • Em caso de más condições atmosféricas, com chuva forte e ventos superiores a 40Km/h a ponte será fechada ao público. No caso de ter comprado bilhete, será notificado por SMS ou email e poderá posteriormente trocar o seu bilhete ou solicitar reembolso
  • A venda de bilhetes não está disponível no local
  • O bilhete de acesso à ponte inclui a entrada nos Passadiços do Paiva
  • O acesso à ponte é exclusivamente pedonal
  • É proibida a entrada na ponte com mochilas/sacos volumosos e pesados
  • É proibida a entrada em chinelos, sapatos de salto alto ou outro calçado que se considere desajustado

Como chegar à Ponte 516 Arouca

A Ponte 516 Arouca fica localizada no concelho de Arouca, distrito de Aveiro e encontra-se muito próxima de uma das extremidades dos Passadiços do Paiva (Areinho). O acesso à ponte pode ser feita do lado de Canelas ou do lado de Alvarenga conforme o seu bilhete.

Onde estacionar para visitar a Ponte 516 Arouca

Entrada “Pórtico de Alvarenga”

Se decidir entrar pelo lado de Alvarenga, encontrará vários parques de estacionamento. Terá que percorrer a pé cerca de 1km até à entrada da ponte, através das ruas pitorescas de Alvarenga.

Entrada “Pórtico de Canelas”

Se decidir entrar pela lado de Canelas, poderá estacionar a viatura nos vários parques de Espiunca e Areinho, que fazem parte dos acessos dos Passadiços do Paiva.

Comprar bilhetes para a ponte 516 Arouca

Os bilhetes para a Ponte 516 Arouca têm que ser comprados previamente no site oficial 516 Arouca. Não é possível comprar bilhetes no local. Isto deve-se ao facto de a ponte estar sujeita a uma carga máxima diária e por isso é necessário limitar o número de visitantes. O bilhete de acesso à Ponte 516 Arouca inclui a ida e volta e também uma entrada nos Passadiços do Paiva.

Bilhetes Singulares

Criança (dos 6 a 9 anos) – 10 Euro
Jovem ou Estudante (dos 10 a 17 anos) – 10 Euross
Adulto (dos 18 a 65 anos) – 12 Euros
Sénior (+65 anos) – 10 Euros

Pack Família

2 Adultos + 1 Criança – 30 Euros
2 Adultos + 2 Crianças – 40 Euros
2 Adultos + 3 ou mais crianças/jovens – 45 Euros (+5 euros por cada criança/jovem adicional)
Com residência comprovada no Concelho de Arouca
Cartão morador – 5 Euros (válido por 3 anos)

Notas:
– Os bilhetes da Ponte 516 Arouca dão direito a percorrer os 8 km dos Passadiços do Paiva.
– O visitantes com cartão de morador são obrigados a marcar a visita.

Horários para visitar a ponte 516 Arouca

Abril e Outubro (09h00 – 19h00)
Maio a Setembro (08h00 – 20H00)
Novembro a Março (09h00-17h00)

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Conheça o Programa “Arouca História de um Mosteiro 2026” https://visit-arouca.com/arouca-historia-de-um-mosteiro-2019/ https://visit-arouca.com/arouca-historia-de-um-mosteiro-2019/#respond Mon, 15 Jul 2019 22:30:55 +0000 https://visit-arouca.com/?p=960 Abrem-se as portas do passado do Mosteiro de Arouca num espetáculo entusiasmante e completo que retrata vários momentos da vida no interior do Mosteiro e da população à sua volta. O evento “Arouca. História de um Mosteiro 2019” dura 2 dias e 3 noites. Inicia-se sexta-feira, dia 19, à noite e só termina no final […]

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Abrem-se as portas do passado do Mosteiro de Arouca num espetáculo entusiasmante e completo que retrata vários momentos da vida no interior do Mosteiro e da população à sua volta. O evento “Arouca. História de um Mosteiro 2019” dura 2 dias e 3 noites. Inicia-se sexta-feira, dia 19, à noite e só termina no final da noite de domingo (21 de julho).

Como é essencialmente um espetáculo de rua, o “Arouca. História de um Mosteiro 2019” realizar-se-á à volta do Mosteiro de Arouca e dentro do mesmo. A entrada no Mosteiro é gratuita.

É importante ter em atenção que o estacionamento estará muito condicionado bem como os restaurantes da área.

Neste artigo apresentamos os mapas dos vários eventos que decorrerão e soluções de onde comer em Arouca e opções de alojamento para o caso de pretender dormir em Arouca.

O que vai ver no evento “Arouca. História de um Mosteiro 2019”?

No programa “Arouca. História de um Mosteiro 2019” pode acompanhar de perto vários momentos personificados nos intervenientes do passado do Mosteiro, com especial destaque às monjas e suas atividades e à vida da população em torno do epicentro de Arouca. Assista à cerimónia de beatificação de D. Mafalda, que cedo se entregou à vida monástica e ali viveu mais de 30 anos em compromisso total com a sua fé e oração. Veja como viviam as freiras, o seu dia-a-dia na botica (onde faziam medicamentos), na preparação de doces conventuais, na leitura e oração, na ajuda e caridade aos pedintes, entre outras atividades. Assista ao momento que, em pequenas janelas se transformavam em “rodas dos enjeitados” onde eram serem entregues e abandonados recém-nascidos ao cuidado das freiras ou a sua caridade oferecida aos mais necessitados através de produtos alimentícios produzidos no Mosteiro. Presencie o desespero causado pelo grande incêndio de 1765 e o pedido de ajuda a Santa Mafalda e os momentos que antecediam a entradas das moças na vida de clausura (tonsura), em que lhes eram cortados os longos cabelos e os familiares se despediam bem como as visitas familiares posteriores em que se ouvem os desabafos sobre a vida de clausura e entrega à fé. Presencie a solene reunião da abadessa na Sala do Capítulo onde se discutiam temas de interesse religioso e da administração geral do Mosteiro. Entretanto, inúmeros artistas entretêm os visitantes pelas ruas, dando vida a personagens da época, como burgueses, artesãos e até mesmo vendedores de rua de medicamentos que com a sua famosa ladainha tentavam convencer os transeuntes dos benefícios dos seus produtos. A música estará sempre presente, seja na animação das ruas, no despique de bandas filarmónicas, bem como em aulas de música no interior do Mosteiro.

A seguir o programa oficial (fonte: Câmara Municipal de Arouca).

Programa “Arouca. História de um Mosteiro 2019”

SEXTA-FEIRA | 19 DE JULHO (19H00 ÀS 00H30)

19h00 | Arruada de Bombos (Ruas da Vila)
19h30 | Cortejo Histórico (Rua Nova)
19h50 | Pregoeiro anuncia a festa (Terreiro)
19h55 | Charamela (Terreiro)
20h00 | Abertura Oficial do Mercado Oitocentista (Campo do Mosteiro e Ruas da Vila)
20h00 | Cordéis – A Vila de Arouca é animada por artistas itinerantes que povoam o imaginário dos visitantes com várias Lendas (Palco Rua Nova e Palco Campo do Mosteiro)
21h00 | Cerimonial da Entrega das Varas da Justiça – Após um sorteio realizado pelas mãos de uma criança, a Abadessa entrega as Varas do Poder Municipal (Terreiro)
21h20 | Bispo de Lamego e D. Abade Geral de Alcobaça chegam a Arouca a convite da Abadessa do Mosteiro para os festejos da Beatificação (Casa dos Padres)
21h30 | Abertura das Portas do Mosteiro – A vida quotidiana das monjas acontece em todos os espaços monásticos. Nos Claustros, no Capítulo, nas Celas, na Cozinha, na Botica, na Enfermaria, na Rouparia, no Arquivo, na Sala da Cera, na Sala da Música e na Sala da Aprendizagem. Entoam-se cânticos e sente-se a oração silenciosa
21h30 | Poetas ao Desafio – Uma espécie de torneio poético começa depois do toque melancólico das trindades (Palco Terreiro)
21h35 | Monjas recebem visitas dos seus familiares e amigos. As conversas são de vária ordem, algumas delas desabafam sobre a sua vida de clausura (Locutório)
21h45 | Procissão – Acontecia aos Domingos, durante a Páscoa, Pentecostes, bem como outras datas de relevo litúrgico. Nestas procissões, as religiosas desfilam em redor do quadrângulo cantando e orando (Claustros do Mosteiro)
22h00 | Venda da Banha da Cobra – O vendedor, através duma oratória bem estudada, convence muita gente das capacidades infinitas do milagroso medicamento (Palco da Rua Nova)
22h00 | Roda dos Enjeitados – Recém-nascido é abandonado (Casa do Bêco)
22h15 | Reunião de Capítulo – Sob a Presidência da Abadessa, com a presença dos membros da comunidade religiosa, tratam-se assuntos da vida conventual e lê-se um capítulo da Regra Beneditina. Noviça é punida pelo seu comportamento (Sala do Capítulo)
22h20 | Porta da Caridade – Os mais necessitados dirigem-se ao Celeiro a fim de receberem os donativos cerealíferos que a beneficência do Mosteiro contemplava (Celeiro)
22h30 | Cordéis – A Vila de Arouca é animada por artistas itinerantes que povoam o imaginário dos visitantes com várias lendas (Palco Rua Nova e Palco Bêco)
22h45 | Presos são visitados por familiares (Cadeia)
23h00 | Gentes de Arouca são assaltadas pela noite (Palco Campo do Mosteiro)
23h15 | Arouquenses e forasteiros juntam-se no Grandioso Cortejo da Beatificação da Rainha Santa Mafalda (Ruas da Vila)
23h45 | Concerto em honra da Rainha Santa Mafalda (Igreja do Mosteiro)
23h45 | As Portas do Mosteiro fecham-se para que as monjas possam descansar
00h00 | Fogo-de-artifício da Festa da Beatificação

SÁBADO | 20 DE JULHO (10H00 ÀS 00H30)

10h00 | Abertura do Mercado Oitocentista (Ruas da Vila)
11h00 | Espetáculo Infantil (Palco Rua Nova)
11h45 | Animação de Rua (Ruas da Vila)
12h00 | Abertura de Tabernas (Campo do Mosteiro)
14h00 | Cordéis – A Vila de Arouca é animada por artistas itinerantes que povoam o imaginário dos visitantes com várias lendas (Palco Campo do Mosteiro e Palco Rua Nova)
14h30 | Assalto – Em dia de festa, a vila inundada de nobres também pode ser alvo dos gatunos de plantão (Terreiro)
15h00 | Cordéis – A Vila de Arouca é animada por artistas itinerantes que povoam o imaginário dos visitantes com várias lendas (Palco Terreiro e Palco Bêco)
15h30 | Funeral – Cumpre-se os rituais fúnebres, e o nosso irmão de famílias nobres é adorado pela sua família e por muitas individualidades (Capela da Misericórdia)
16h00 | Abertura das Portas do Mosteiro – A vida quotidiana das monjas acontece em todos os espaços monásticos. Entoam-se cânticos e sente-se a oração silenciosa
16h05 | Pregoeiro anuncia os próximos acontecimentos ao povo de Arouca e forasteiros (Terreiro)
16h10 | Abadessa continua a receber visitantes e convidados (Casa do Despacho)
16h15 | Monjas recebem visitas dos seus familiares e amigos. As conversas são de vária ordem, algumas delas desabafam sobre a sua vida de clausura (Locutório)
16h20 | Os Festejos da Beatificação continuam e o Celeiro de Mosteiro recebe todos os mantimentos necessários para estas comemorações (Celeiro)
16h30 | Porta da Caridade – Os mais necessitados dirigem-se ao Celeiro a fim de receberem os donativos cerealíferos que a beneficência do Mosteiro contemplava (Celeiro)
16h50 | Tonsura – É o primeiro passo necessário para ingressar na vida religiosa e simboliza a renúncia às vaidades do mundo (Pátio dos Comuns)
17h00 | Poetas ao Desafio – Uma espécie de torneio poético começa depois do toque melancólico das trindades (Terreiro)
17h20 | Reunião de Capítulo – Sob a Presidência da Abadessa, com a presença dos membros da comunidade religiosa, tratam-se assuntos da vida conventual e lê-se um capítulo da Regra Beneditina. Postulante é acolhida no seio da vida monástica (Sala do Capítulo)
18h30 | Auto da Aclamação da Rainha D. Maria II (Antiga Câmara Municipal)
19h00 | O Barbeiro-sangrador trata Freira doente (Enfermaria)
19h30 | Moças preparam a sala para o Jantar das Monjas (Sala de Refeições)
20h00 | Jantar das monjas – Ao toque do sino as Irmãs deslocam-se apressadamente para o refeitório (Sala de Refeições)
21h00 | Presos são visitados por familiares (Cadeia)
21h15 | Procissão do Senhor dos Aflitos – Com esta ação solene, constitui-se uma nova confraria onde se espelha, a passagem de um culto individual a coletivo (Claustros do Mosteiro)
21h30 | Cordéis – A Vila de Arouca é animada por artistas itinerantes que povoam o imaginário dos visitantes com várias lendas (Palco Terreiro e Palco Rua Nova)
21h45 | Abadessa continua disponível a receber visitantes e convidados (Casa do Despacho)
21h50 | Monjas recebem visitas dos seus familiares e amigos. As conversas são de vária ordem, algumas delas desabafam sobre a sua vida de clausura (Locutório)
22h00 | Roda dos Enjeitados – Recém-nascido é abandonado (Casa do Bêco)
22h30 | Monjas procuram a cura para doença que assombra o Mosteiro (Botica)
22h30 | Frei Simão de Vasconcelos – Monge apóstata e guerrilheiro é preso em Arouca (Ruas da Vila)
23h00 | As Portas do Mosteiro fecham-se para que as monjas possam descansar
23h15 | Despique das Bandas Filarmónicas (Praça de Baixo)
23h30 | Animação de Rua (Ruas da Vila) No ano de 1765, começa a deflagrar um incêndio no Real Mosteiro de Santa Maria de Arouca. Os gritos denunciam uma tragédia.

DOMINGO | 21 DE JULHO (10H00 ÀS 20H00)

10h00 | Abertura do Mercado Oitocentista (Ruas da Vila)
11h00 | Espetáculo infantil (Palco Campo do Mosteiro)
11h45 | Pregoeiro anuncia os próximos acontecimentos ao povo de Arouca e forasteiros (Praça de Sima)
12h00 | Abertura de Tabernas (Campo do Mosteiro)
12h15 | Animação de Rua (Ruas da Vila)
14h00 | Abertura das Portas do Mosteiro – A vida quotidiana no espaço clausural continua.
14h15 | Reunião de Capítulo – Sob a Presidência da Abadessa, lê-se um capítulo da Regra Beneditina, fala-se da vida quotidiana e esclarece-se os custos avultados da Festa da Beatificação (Sala do Capítulo) 14h30 | Venda da Banha da Cobra – O vendedor, através duma oratória bem estudada, convence muita gente das capacidades infinitas do milagroso medicamento (Palco Bêco)
14h30 | Conversa sobre a doença que afeta a Vila de Arouca (Casa dos Padres)
14h45 | Abadessa continua disponível a receber visitantes e convidados (Casa do Despacho)
14h45 | Monjas recebem visitas dos seus familiares e amigos. As conversas são de vária ordem, algumas delas desabafam sobre a sua vida de clausura (Locutório)
15h00 | Assalto – Em dia de festa, a vila inundada de nobres também pode ser alvo dos gatunos (Campo do Mosteiro)
15h00 | Auto da Reclamação de D. Miguel I (Antiga Câmara Municipal)
15h15 | Barbeiro-Sangrador – As doentes são assistidas nos seus leitos (Enfermaria)
15h30 | Cordéis – A Vila de Arouca é animada por artistas itinerantes que povoam o imaginário dos visitantes com várias lendas (Palco Terreiro e Palco Rua Nova) 16h00 | Casamento da filha de um lavrador rico. O povo curioso saúda os noivos (Capela da Misericórdia)
16h00 | Aula de Música – A música está muito presente na vida monástica. Aqui aprende-se a tocar vários instrumentos musicais (Sala da Música)
16h20 | Aula de Latim – Para cantar, primeiro é preciso aprender latim (Sala da Música) 16h30 | Venda da Banha da Cobra – O vendedor, através duma oratória bem estudada, convence muita gente das capacidades infinitas do milagroso medicamento (Palco Campo do Mosteiro)
16h45 | Frei Simão de Vasconcelos parte escoltado para Lamego (Ruas da Vila)
17h00 | No celeiro, a Mestre Celeireira, como responsável máxima, mostra-se insatisfeita com a forma bastante célere com que alguns alimentos vão desaparecendo. Resolve interpelar algumas das moças como tentativa de descobrir a razão para tamanha escassez (Celeiro)
17h00 | Poetas ao Desafio – Uma espécie de torneio poético começa depois do toque melancólico das trindades (Palco Campo do Mosteiro)
17h30 | Várias são as procissões que decorrem nos claustros do mosteiro, onde as monjas oram e cantam os seus louvores a todos os santos (Claustros do Mosteiro)
18h00 | Tonsura – É o primeiro passo necessário para ingressar na vida religiosa e simboliza a renúncia às vaidades do mundo (Pátio dos Comuns)
18h00 | Presos são visitados por familiares (Cadeia)
18h30 | Reunião de Capítulo – Sob a Presidência da Abadessa, com a presença dos membros da comunidade religiosa, tratam-se assuntos da vida conventual e lê-se um capítulo da Regra Beneditina. Postulante é acolhida no seio da vida monástica (Sala do Capítulo)
18h30 | Despique das Bandas Filarmónicas (Praça de Baixo)
19h00 | As Portas do Mosteiro fecham-se
20h00 | Encerramento (Escadaria do Terreiro)

Mapa “Arouca História de um Mosteiro 2019

Mapa-arouca-historia-de-um-mosteiro

1- Mosteiro de Arouca  2- Palco Terreiro  3- Palco Campo do Mosteiro  4- Mercado Oitocentista  5- Tabernas  6- Animais  7- Acampamento Pilhantes  9- Campo do Mosteiro  10- Casa dos Padres  11- Palco Rua Nova  12- Banca do Hebdomadário  13- Capela da Misericórdia  14-  Cadeia  15- Antiga Câmara Municipal  16- Praça de Baixo  17- Casa do Bêco  18- Palco Bêco  19- Praça de Sima

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1- Portaria 2- Claustro inferior 3- Sala da Cera 4- Cozinha 5-Sala de Refeições 6- Sala do Capítulo 7- Igreja do Mosteiro 8- Pátio dos Comuns 9- Cadeiral 10- Botica 11- Celeiro 12- Jardim Aromático 13- Terreiro 14- Locutório 15- Casa dos Padres 16- Casa do Despacho (acesso) 17 – Claustro Superior 18 – Arquivo 19 – Sala de Reflexão 20 – Cela das Moças 21 – Rouparia 22 – Sala da Música 23 – Sala da Aprendizagem 24 – Sala de Apoio – Enfermaria

Onde comer em Arouca

Certamente vai necessitar de almoçar ou jantar nas redondezas do evento “Arouca. História de um Mosteiro 2019”. Aqui ficam algumas sugestões de restaurantes:

  • Tasquinha da Quinta Restaurante. Especialidades: vitela e cabrito assado no forno, “postinha” e a vitela no espeto, “costeletinhas” e os nacos de vitela na brasa, polvo e bacalhau grelhados. Mesmo no centro de Arouca na Rua 1º de Maio. Convém reservar: 256944080.
  • Casa dos Bifes Silva (restaurante e hospedaria). Especialidades: bife à Alvarenga, vitela assada em forno de lenha, bacalhau frito de cebolada. No Lugar do Paço, em Alvarenga. Reservas: 256 955 443 ou 964 016 987 www.casadosbifes.com
  • Casa dos Bifes Caetano. Especialidades: bife de Alvarenga, vitela assada, bacalhau com migas. Reservas: 256 955 150 ou 965 070 232. Em Albisqueiros – Alvarenga.
  • Assembleia Wine Bar & Restaurante. Em frente ao MOsteiro de Arouca, na Travessa da Ribeira. Reservas: 256 944 392.
  • Alto da Estrada Restaurante Regional. Dos restaurante mais antigos de Arouca. Especialidades: vitela assada, cabrito assado, cozido à portuguesa, bacalhau à auto da estrada. Situado mesmo à entrada de Arouca, na Avenida 25 de Abril, no Burgo. Reservas: 256 944 796.
  • Manjar das Oliveiras Restaurante Regional. Reservas 256 484 043.

Onde dormir em Arouca

Sugerimos neste nosso artigo, 10 locais onde ficar em Arouca.

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10 dias de recriação histórica da vida no Mosteiro de Arouca https://visit-arouca.com/recriacao-historica-mosteiro-de-arouca-2019/ https://visit-arouca.com/recriacao-historica-mosteiro-de-arouca-2019/#respond Wed, 10 Jul 2019 13:57:53 +0000 https://visit-arouca.com/?p=919 Arouca já nos habituou a dar o melhor de si em prol da história, do conhecimento, da tradição e da promoção dos costumes antigos. Desta feita, durante o mês de julho de 2019 Arouca entra novamente em festa, na Recriação Histórica da vida no Mosteiro de Arouca do Programa “Arouca, História de um Mosteiro”, durante […]

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Arouca já nos habituou a dar o melhor de si em prol da história, do conhecimento, da tradição e da promoção dos costumes antigos. Desta feita, durante o mês de julho de 2019 Arouca entra novamente em festa, na Recriação Histórica da vida no Mosteiro de Arouca do Programa “Arouca, História de um Mosteiro”, durante 10 dias, para celebrar a vida e os costumes barrocos vividos no Mosteiro de Arouca nessa época em que a expressão do excesso, da ostentação, das emoções fortes transmitidas pelas artes, musica, dança, arquitetura atingiam o seu auge.

Programa de Recriação Histórica da vida no Museu de Arouca

Serão 3 atividades que incluem o programa dos “Retratos do Barroco”, o lançamento da I Bienal de Organistas do Mosteiro e na recriação “Arouca – História de um Mosteiro”.

Retratos do Barroco (12 a 17 julho)

O programa dos “Retratos do Barroco” inclui:

  • Mostra de doces conventuais e licores
  • Jantar barroco acompanhado por dança barroca
  • Workshop de douramento de madeira e iluminura
  • Workshops de velas artesanais
  • Espetáculo de “commedia dell”árte”
  • Uma noite no Mosteiro

Ver informação mais detalhada do Programa Retratos do Barroco. 
A participação é gratuita mas de inscrição obrigatória.

Retratos-do-Barroco

I Bienal de Organistas (13 e 14 julho)

Será mais dirigido aos entusiastas da música sacra, anda que apreciar o fantástico órgão de tubos do Mosteiro seja sempre um programa interessante.

Incluído no programa dos “Retratos do Barroco”, no sábado, o órgão de tubos ibérico do Mosteiro de Arouca construído em 1743, entra em ação e dá-se a conhecer num encontro musical onde a sua sonoridade singular será apreciada. Será dado especial ênfase à evolução da música sacra desde o barroco até aos dias de hoje, em particular numa masterclass de órgão e um concerto por alunos e professores.

No domingo, terá lugar uma leitura de partituras antigas do espólio musical do Mosteiro de Arouca e de um antifonário no séc. XIX e que culminará num concerto de coro no espaço do cadeiral do Mosteiro.

Ver Programa Retratos-do-barroco-2019.
A participação é gratuita mas de inscrição obrigatória.

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Recriação “Arouca – História de um Mosteiro” (19 a 21 de julho)

O ponto alto destas celebrações da época barroca são sem dúvida os dias da recriação histórica da vida no Mosteiro de Arouca. Centenas de figurantes, voluntários, representarão os hábitos e costumes das monjas da Ordem de Cister que toda a sua vida viveram e deram vida ao Mosteiro.

É uma autêntica viagem no tempo!

As monjas são as personagens principais que nos levam a conhecer como era viver enclausuradas no castelo em nome da sua fé. O dia-a-dia da oração, da manutenção e conservação do Mosteiro, da eleição da abadessa, da feitura dos doces conventuais e oferenda benemérita à população, ao momento em que as jovens deixam a vida fora do Mosteiro e cortam os seus longos cabelos e se entregam a Deus e à clausura, o momento da morte da última freira. A vida fora do Mosteiro fervilha, com festejos ao S. Bernardo e descanso dos seus ofícios de artesãos, as crianças saltam e dançam, a música ecoa à volta do Convento, só interrompida pelo anúncio da iminência das chegadas dos invasores franceses e das lutas liberais mesmo à porta do Mosteiro, que põem em risco a calma e sossego da população.

São momentos únicos, cheios de história e de histórias que Arouca nos proporciona.

Mais informações no site da C.M.Arouca

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Conheça o Programa dos 5 dias de Retratos do Barroco no Mosteiro de Arouca https://visit-arouca.com/retratos-do-barroco-no-mosteiro-de-arouca-visit-arouca/ https://visit-arouca.com/retratos-do-barroco-no-mosteiro-de-arouca-visit-arouca/#respond Wed, 10 Jul 2019 13:27:32 +0000 https://visit-arouca.com/?p=927 É uma oportunidade única de descobrir e experienciar a vida na época barroca no Mosteiro de Arouca. O “Retratos do Barroco” convida-nos a conhecer o espaço conventual, saborear a doçaria conventual, assistir a dança barroca enquanto faz parte dum jantar barroco cuidadosamente preparado de acordo com os costumes da época nos claustros do Convento, a […]

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É uma oportunidade única de descobrir e experienciar a vida na época barroca no Mosteiro de Arouca.

O “Retratos do Barroco” convida-nos a conhecer o espaço conventual, saborear a doçaria conventual, assistir a dança barroca enquanto faz parte dum jantar barroco cuidadosamente preparado de acordo com os costumes da época nos claustros do Convento, a por as “mãos na massa” através de técnicas artísticas do Barroco em ateliers e workshops de douramento e iluminura barroca e velas artesanais.

Terá lugar no Mosteiro de Arouca de 12 a 17 de julho e antecipa um outro grande evento “Arouca. História de um Mosteiro”.

Na 6ª feira (12 de julho) terá lugar a exposição de antifonários, no fim de semana (13 e 14 julho) venha deliciar-se com a montra de doces conventuais e licores nos claustros do Mosteiro e assista ao espetáculo musical liderado pelo fabuloso órgão ibérico, nos dias 14 e 15 de julho (domingo e 2ª feira) participe no workshop de técnicas barrocas, com especial destaque para o douramento e iluminura de manuscritos à base de produtos naturais como ovos e pigmentos, no dia 17 (4º feira) passe uma noite no mosteiro e saiba como era viver enclausurado em nome da fé. 

Iluminura-retratos-do-barroco Douramento-retratos-do-barroco

O evento “Retratos do Barroco” oferece também uma exposição de antifonários do séc. XIX, livros antigos de canções de coro. É uma oportunidade de ver estes manuscritos musicais ao vivo e dar vida aos mesmos através da sua leitura e interpretação e no final, artistas tocaram essa mesma música em diálogo com o órgão do Mosteiro. No mesmo contexto, terá lugar a I bienal de organistas em torno do famoso órgão do Convento de Arouca que data de 1743.

Sabemos que no estilo barroco abunda a expressão da ostentação, o jogo das curvas, o exagero, a importância das emoções fortes extremamente dramáticas que as artes, espaços e ofícios nos transmitem. É essa época da vida do Mosteiro de Arouca que se viverá no evento “Retratos do Barroco” que permitirá conhecer as tendências barrocas dessa época na arquitetura, na música, na dança, no teatro e gastronomia.

Programa Retratos do Barroco

12 de julho (sexta-feira)

19h |Inauguração da Exposição de Antifonários do Mosteiro de Santa Maria de Arouca
Biblioteca D. Domingos de Pinho Brandão
Entrada livre

Horários de visita:
13 de julho: 10h-12h | 14h-23h
14 a 17 de julho: 10h-12h | 14h-17h

13 de julho (sábado)
16h | Workshop “Commedia dell’arte”
Sala do Mosteiro de Arouca
Inscrição gratuita e obrigatória aqui

19h30 | Jantar Barroco
Claustros Superiores
Inscrição paga (30€) e limitada aqui

13 e 14 de julho (sábado e domingo)

10h | II Mostra de Doçaria Conventual, Regional e Licores no Mosteiro de Arouca
Claustros Inferiores
Entrada livre

Horários:
13 de julho: 10h-12h30 | 14h-19h30 | 21h-23h
14 de julho: 10h-12h30 | 14h-19h30

I Bienal de Organistas no Mosteiro de Arouca
Cadeiral
Inscrição gratuita e obrigatória aqui

Horário:
13 de julho: 10h-12h30 | 14h-17h
14 de julho: 14h-19h30

14 de julho (domingo)

17h | Workshop “Velas artesanais”
Sala do Mosteiro de Arouca
Inscrição gratuita e obrigatória aqui

18h30 | Concerto “Estrelas e Pedras”
Cadeiral
Integrado na programação do Cistermúsica 2019 – Festival de Música de Alcobaça (Música Medieval)
Entrada livre

15 de julho (segunda-feira)

21h | Workshop “Douramento”
Sala do Mosteiro de Arouca
Inscrição paga (10€) e limitada aqui

16 de julho (terça-feira)

21h | Conversa “Memórias paroquiais de 1758”
Biblioteca D. Domingos de Pinho Brandão
Entrada livre

17 de julho (quarta-feira)

17h | Uma noite no Mosteiro (para crianças dos 6 as 12 anos)
Mosteiro de Arouca
Inscrição paga (10€) e limitada aqui

21h30 e 22h30 | Visitas animadas “De Arouca a Lorvão”
Mosteiro de Arouca
Inscrição gratuita e obrigatória aqui

Ver em PDF o Programa dos “Retratos do Barroco”.

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Fonte: Câmara Municipal de Arouca

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10 razões para visitar o Arouca Geopark https://visit-arouca.com/10-razoes-para-visitar-o-arouca-geopark/ https://visit-arouca.com/10-razoes-para-visitar-o-arouca-geopark/#respond Sun, 02 Jun 2019 17:52:37 +0000 https://visit-arouca.com/?p=903 Apresentamos desde já as 10 razoes que elegemos para visitar o Arouca Geopark. Venha descobrir e explorar Arouca! Arouca Geopark é reconhecido como património da UNESCO Explorar a Rota dos 41 Geossítios          Assistir ao mais belo por do sol na Serra da Freita Arouca Geopark Escolher entre 28 percursos pedestres Testemunhar o nascimento de pedras […]

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Apresentamos desde já as 10 razoes que elegemos para visitar o Arouca Geopark. Venha descobrir e explorar Arouca!

  • Arouca Geopark é reconhecido como património da UNESCO
  • Explorar a Rota dos 41 Geossítios         
  • Assistir ao mais belo por do sol na Serra da Freita Arouca Geopark
  • Escolher entre 28 percursos pedestres
  • Testemunhar o nascimento de pedras no Pedras Parideiras Arouca Geopark
  • Adoçar a boca com os doces conventuais de Arouca
  • Viajar até ao período Ordovícico no Museu dos Trilobites
  • Descer o rio Paiva em canoa ou kayak
  • Percorrer os 8km dos Passadiços do Paiva Arouca Geopark
  • Saborear um suculento bife de Alvarenga

1 Arouca Geopark é reconhecido como património da UNESCO

O razão principal do sucesso ex-libris do Concelho de Arouca chama-se Arouca Geopark. É impossível ficar indiferente a uma região ímpar pelo seu património natural, geológico, ecológico. Pelas estradas que chegam ao Concelho, cedo tomamos conta de que estamos a entrar numa área e território privilegiado. As placas que nos indicam que estamos a entrar no Arouca Geopark.

O Arouca Geopark, reconhecido pela UNESCO em 2009, abrange a área administrativa de Arouca e cobre um total de 41 geossítios – locais de interesse geológico – e uma área classificada de 32.910 hectares, equivalente a 328 km2. A sua dimensão é pois tão grande que envolve a Serras da Freita, Montemuro e Arada.

Um Geoparque é considerado um território limitado com valor ímpar e património a ser salvaguardado e reconhecido pela UNESCO. É naturalmente direcionado ao turismo na região mas também vocacionado para a educação para o desenvolvimento sustentável.

2 Explorar a rota dos 41 Geossítios

Experimente embarcar na Rota dos Geossítios, uma vasta rede de locais de interesse devidamente organizados, sinalizados, com elementos explicativos de cada local e se interesse geológico que permite ao visitante ter uma ideia mais aprofundada da importância de cada um destes locais mágicos.

Rota-dos-Geositios

Existem 3 percursos possíveis por 3 áreas diferentes que permitem ter uma visão mais detalhada dos geossítios. Estes 3 itinerários facilitam a escolha dos locais a visitar.

Poderá percorrer estes percursos de viatura mas em alguns terá que se deslocar a pé. Será importante estar munido de um mapa que poderá obter no Centro de Explicativo Geopark mesmo no centro histórico da Vila.

Se preferir pode não seguir estes itinerários e ir visitando à medida que vai escolhendo os locais por onde passa.

Itinerário A – Freita, a serra encantada

Agrupa um conjunto de 11 geossítos, 9 dos quais localizados no planalto da Serra da Freita.

G1: Panorâmica do Detrelo da Malhada
G3: S. Pedro Velho
G6: Frecha da Mizarela
G5: Contacto litológico da Mizarela
G4: Marmitas de gigante no rio Caima
G7: Pedras Parideiras / Casa das Pedras Parideiras: Centro de Interpretação
G8: Campo de dobras da Castanheira
G10: Panorâmica da Costa da Castanheira/ Radar Meteorológico de Arouca
G11: Pedras Boroas
G13 e G14: Pedras Cebola

Itinerário B – Pelas minas e meandros desconhecidos do Paiva

Zona envolvente do vale do Arda e Arouca e zonas de exploração de volfrâmio e ouro no tempo dos romanos.

G.16: Minas de Rio de Frades
G.17: Icnofósseis de Mourinha
G.18: Livraria do Paiva
G.19: Conheiros de Janarde
G.20: Meandros do Paiva
G.22: Minas de Regoufe
G.23: Portal do Inferno e Garra
G.24: Panorâmica da Sra. da Mó

Itinerário C – Paiva, o rio surpreendente

Área restrita do rio Paiva e vales que o mesmo percorre.

G25: Centro de Interpretação Geológica de Canelas
G26: Glaciação ordovcica
G27: Graptólitos do Silúrico inferior
G28: Conglomerado do Carbónico
G29: Crista quartzítica da Gralheira d’Água
G30: Vau
G31: Gola do Salto
G32: Falha da Espiunca
G33: Icnofósseis de Vila Cova
G34: Icnofósseis do Vilarinho
G35: Cascata das Aguieiras
G36: Garganta do Paiva
G37: Icnofósseis de Cabanas Longas
G38: Sítio de Mira Paiva
G39: Pedra Posta
G40: Pedra Má
G41: Panorâmica de Sobreiros

Se preferir pode aproveitar a Rota dos Geossítios organizada pelo próprio Geopark, com direito a guia intérprete, transporte, seguro, entradas nas várias unidades interpretativas e lanche geofood. Em 2019, estão calendarizados 3 itinerários:

  • 30 de março: itinerário A
  • 27 de abril: itinerário B
  • 18 de maio: itinerário C

Faça a sua marcação através do 256 940 254 ou email geral@aroucageopark.pt.

3 Assistir ao mais belo por do sol na Serra da Freita Arouca Geopark

Que imensidão de paisagem quando finalmente chegamos ao topo da Serra da Freita…. E em particular se lá estivermos num final de dia, será certamente inesquecível!

Arouca-Geopark-por-do-sol

As cores amarelas e castanhas num final de dia solarengo misturam-se com a cor da terra em perfeita harmonia. Tudo parece adquirir esses tons de terra, as próprias rochas, o vasto manto de planície e da urze e carqueja, sempre presentes, o contraste da sombra que cobre a metade dos montes faz-nos testemunhar um cenário digno de registo e lembrança.

Esquecemo-nos que percorremos cerca de 20 km em curvas e entre curvas para aqui chegar desde o centro da Vila de Arouca ao topo e planalto daquela que é a gigante Serra da Freita. Os seus cumes ultrapassam os 1.000 metros de altitude e é sem dúvida um dos pontos obrigatórios do Arouca Geopark e que se estende também por terras de São Pedro do Sul e Vale de Cambra, juntamente com a Serra da Arada e do Arestal.

Para além do brutal cenário de por de sol e vistas infinitas, qual será o interesse de aceder ao topo da Serra da Freita? Bem, bastará dizer que 17 dos 41 geosítios do Geopark situam-se na Serra da Freita.

Atravessar o planalto da Serra da Freita é testemunhar paisagens de cortar a respiração, encontrar aldeias quase perdidas mas onde ainda conseguimos testemunhar  pastoreio nos campos pelas pujantes vacas arouquenses que facilmente encontrará a atravessar as estradas que percorremos. Serenas mas atentas ao seu redor, passam por nós como que marcando a sua presença imponente e dando conta que aquele é o seu território.

Aproveitar os vários trilhos da Serra da Freita é outra opção bastante interessante.

E porque não aproveitar para ter uma visão ainda mais ampla da Serra e alargar os horizontes? Literalmente é isso que fazemos nos vários Miradouros:

  • Panorámica da Costa da Castanheira que faz parte do Radar Meteorológico da Serra da Freita e que lhe permite uma visão de 360º numa plataforma envidraçada. Certamente o melhor local para vislumbrar todo o território da Serra da Freita.
  • Panorámica do Detrelo da Malhada que permite vislumbrar a encosta norte da Serra da Freita e o vale da Arda e ainda consegue avistar a zona entre Espinho e o Porto.
  • Miradouro de S. Pedro Velho, situado no ponto mais alto da Serra da Freita e com acesso apenas a pé.

 4 Escolher entre 28 percursos pedestres

 Os percursos pedestres são uma das principais atrações dos visitantes do Arouca Geopark. São 16 os percursos de Pequena Rota (PR) e 1 de Grande Rota (GR), este último excedendo os 30 km.

Percursos-pedestres

Listamos aqui os trilhos pedestres do Arouca Geopark:

PR 1 – Caminhos do Montemuro (19km)

PR 2 – Caminhos do Vale do Urtigosa (11km)

PR 3 – Caminhos do Sol Nascente (13km)

PR 4 – Cercanias da Freita (13,3km)

PR 5 – Rota das Tormentas (8,1km)

PR 6 – Caminho do Carteiro (6km)

PR 7 – Nas Escarpas da Mizarela (8km)

PR 8 – Rota do Ouro Negro (6km)

PR 9 – Rota do Xisto (16km)

PR 10 – Rota dos Aromas (11,5km)

PR 11 – Trilho das Levadas (11Km)

PR 13 – Na Senda do Paivó (4,5km)

PR 14 – Aldeia Mágica (4km)

PR 15 – Viagem à Pré-História (17km)

PR 16 – Caminhada Exótica (9km)

5 Testemunhar o nascimento de pedras no Arouca Geopark Pedras Parideiras

Sim, leu bem, pedras que dão à luz outras pedras, ou como na terra se diz: “Pedras que parem outras pedras”,  fenómeno geológico de granitização único numa área de cerca de 1 km2. Consiste num afloramento granítico que tem nódulos incrustados, envolvidos por uma capa de biotite. Resultado da erosão destas rochas graníticas e por diferenças de temperatura, estes pequenos nódulos libertam-se da rocha mãe e são projetados, acumulando-se no solo, deixando assim nesta pequenas cavidades. Dificilmente encontrará outro local como este e por isso mesmo, está enquadrado num Centro de Interpretação da Casa das Pedras Parideiras onde poderá assistir ao vídeo que explica este fenómeno geológico bem como duas áreas que pode percorrer a pé para testemunhar este fenómeno.

Pedras-Parideiras

Se tiver sorte, poderá ser acompanhado pelos ilustres bovinos arouquenses que passam mesmo ao lado no seu caminho de ida ou vinda do pastoreio.

6 Adoçar a boca com os doces conventuais de Arouca

Que nome requintado! Porque chamamos de “doces conventuais”? Como terá lido acima, as religiosas e freiras que viviam no Convento produziam este requintado encanto gastronômico fruto das suas atividades diárias. Não será difícil de compreender que, como referido em cima, as religiosas necessitavam de passar o tempo, para além dos seus afazeres religiosos e portanto, entretinham-se dedicando-se à confeção de doces que foram aprimorando e diversificando.

pao-de-ló

A sua confeção baseava-se essencialmente em ovos (gemas) e açúcar. A sua produção era historicamente oriunda do Convento e as receitas desta doçaria conventual de Arouca mantidas em segredo. Existem vários tipos de doces conventuais como barrigas de freira, papos de anjo, pão de ló, queijinhos do céu, toucinho do céu.

Agora que está explicado o nome e a origem, onde provar os Doces Conventuais? Na Casa dos Doces Conventuais, mesmo em frente ao Mosteiro de Arouca, na rua 25 de abril. https://www.docedearouca.pt/

7 Viajar até ao período Ordovícico no Museu dos Trilobites

 Fósseis incrustados nas rochas e ardósias testemunham que este território já foi submerso num grande Oceano há mais de 540 milhões de anos atrás, estando por essa altura o território de Portugal perto do Pólo Sul, nas margens do supercontinente Gonduana. Estes animais, desaparecidos há 230 milhões de anos, eram parentes dos nosso atuais crustáceos e habitavam o fundo dos oceanos na altura do Paleozóico em comunidades de milhares de espécies.

Trilobites-gigantes
Trilobites gigantes

Poderá esta espécie e outras no Centro de Interpretação Geológica de Canelas.

www.museudastrilobites.pt

Lugar de Cima,
4540-252 Canelas – Arouca

Telemóvel: +351 917 766 141
geral@museudastrilobites.pt

8 Descer o rio Paiva em canoa ou kayak

Aventure-se e desafie os seus próprios limites com esta fantástica atividade. Viva o Rio Paiva de uma forma inesquecível. Poderá experienciar esta aventura através da canoagem, kayak, canoyeing ou ainda percorrer tranches do rio a pé devidamente acompanhado (river trekking).

O percurso de descida do rio em canoa ou kayak começa em Espiunca e termina em Travanca ou do Vau a Espiunca. Este último percurso situa-se mesmo no percurso dos Passadiços do Paiva.

Dado tratar-se de um rio que é alimentado sobretudo pelas chuvas, as descidas no rio Paiva efetuam-se (habitualmente) de Outubro a Abril.

 9 Percorrer os 8 km dos Passadiços do Paiva Arouca Geopark

Uma bela caminhada no meio da natureza. Um percurso de 8km desde Espiunca ao Areinho que junta o prazer de calcorrear uma zona montanhosa percorrida pelo rio Paiva onde a biodiversidade nos mostra espécies em vias de extinção.

Passadiços do Paiva vista
Passadiços do Paiva vista

Podemos usufruir de duas zonas de recreio, no início e no fim do percurso, com praias fluviais e mais uma zona balnear a meio do percurso, na praia do Vau.

O percurso tem inúmeras descidas e subidas sendo que a melhor direção para evitar as maiores subidas no final da caminhada seja iniciar pelo Areinho em direção a Espiunca.

Terá também uma vista privilegiada da nova ponte suspensa do Paiva, a 516 Arouca dado que a mesma passa mesmo por cima duma trance do percurso.

10 Saborear um suculento bife de Alvarenga

Alvarenga é muito conhecida pelo seu suculento bife de vitela arouquesa. Uma carne especial derivada da protegida raça arouquesa (DOP).Esta carne provém de animais que pastam livremente nas terras da Serra da Freita e Montemuro e obteve a certificação de DOP. Existem muitos restaurantes que servem estes bifes grelhados ou fritos, bem como a vitela assada. A especialidade desta refeição vem do tempero à moda antiga e o forno aquecido a lenha que faz a carne absorver melhor o sabor das especiarias.

Aqui ficam algumas sugestões de restaurantes que servem o bife de Alvarenga e outras especialidades da região.

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Conhecer Arouca é conhecer o Mosteiro e Convento de Arouca, com mais de 800 anos de história, ponto nevrálgico do passado da região. Mas primeiro temos de enquadrar o testemunho histórico do Mosteiro no desenrolar do contexto religioso em Portugal ao longo dos séculos.

Vamos então começar a viagem ao passado!

Os conventos cistercienses

De uma forma geral, os conventos cisterciense ou beneditos viviam de forma independente da comunidade e deveriam garantir todas as suas necessidades. Poderiam viver nele centenas de membros, de várias categorias, desde que unidos pela obediência ao Abade ou Abadessa. A sua localização era idealizada num local central e fértil e a sua construção simples e funcional. Derivado da casa romana que se dispunha à volta de um átrio, o claustro dos mosteiros protegem e abrigam os membros para se dirigirem à igreja, à cozinha, ao refeitório e abriga os restos mortais de muitos.

Veja neste vídeo uma visita guiada ao Mosteiro de Arouca

Nasce o Mosteiro de Arouca

No caso de Arouca, o seu mosteiro foi o principal polo dinamizador da economia da região durante centenas de anos. Várias fontes dão conta que de o Mosteiro de Arouca foi fundado ainda na 1ª metade do século X. Foi dos mais ricos do pais e pertenceu à Ordem de Cister.

Conheça a seguir a sua cronologia:

Cronologia do Mosteiro de Arouca

  • 1ª metade séc X – o mosteiro de S. Pedro e S. Paulo é fundado pelos nobres Loderigo e Vandillo.
  • 951  Os proprietários e padroeiros do mosteiro, D. Ansur e D Eileuva doam-no ao abade Hermenegldo. O mosteiro era nesta altura misto.
  • Sec XI  O mosteiro torna-se feminino com D. Toada Viegas, retirando-se os monges para Cucujães.
  • 1132  D. Afonso Henriques concede carta de couto ao mosteiro
  • 1217  Entrada de D. Mafalda no mosteiro sem professar
  • 1226  D. Mafalda introduz a regra de Cister
  • 1256  Morte de D. Mafalda
  • 1616  Abertura do túmulo sendo o corpo de D. Mafalda encontrado incorrupto
  • 1725  Deflagra um incêndio que consome grande parte do edifício, exceto a igreja
  • 1792  Beatificação de Stª Mafalda pelo Papa Pio VI
  • 1834  Extinção das Ordens Religiosas. Encerra o noviciado
  • 1886  Morte da última freira (D. Mº José de Gouveia Tovar de Meneses). Criação da Real Irmandade da R. Stª Mafalda para preservar o culto da santa
  • 1933  Criação do Museu de Arte Sacra com obras de arte recuperadas do mosteiro
  • 1935  Incêndio na ala Norte do mosteiro

Mosteiro de Arouca e Santa Mafalda

O Mosteiro de Arouca passou a ter um papel mais preponderante quando D. Mafalda, rainha de Castela, ali viveu entre 1220 e 1256, estabelecendo-se assim uma ligação entre o convento de Arouca e a rainha Stª Mafalda. Filha de Sancho I de Portugal, foi prometida por contrato de casamento a Henrique de Castela em 1215. Após o falecimento deste, com 13 anos, D. Mafalda regressou a Portugal não tendo o casamento sido consumado, embora lhe tenha sido dado o título de Rainha. O seu pai doou-lhe o Mosteiro de Arouca onde se estabeleceu. D. Mafalda contribuiu para uma época de crescimento do mosteiro também porque anexou as tuas terras ao mesmo. D. Mafalda morreu a 1 de maio de 1256 e encontra-se sepultada na igreja do mosteiro de Arouca. D. Mafalda foi beatificada em 1792, sendo que o seu corpo repousa numa urna numa das alas da Igreja do Mosteiro, para onde foi transladada em 1793.

O Mosteiro de Arouca após D. Mafalda

Fruto do seu já histórico peso na vida económica da região do vale de Arouca, no final do século XVII foi reconstruído e ampliado. Em 1725 deflagra-se um grande incêndio e foi por isso novamente reconstruído, tendo sido erigida a igreja, o coro das freiras, os claustros, o refeitório e a cozinha que ainda hoje podemos visitar.

Após a extinção das ordens religiosas, todo o seu património e espólio, objetos de cultos, mobiliário, manuscritos litúrgicos, esculturas, pinturas, tapeçarias passaram para a Fazenda Pública. As freiras que já viviam no mosteiro ali permaneceram até à última delas ter falecido em 1886. O espólio foi transferido para o Museu de Arte Sacra que pode ser visitado.

O que vai encontrar no Mosteiro de Arouca?

A visita começa pelos claustros. Local antigo de passagem segura entre as várias áreas do edifício. Serviam para proteger os monjes, monjas e criados dos acessos à igreja, cozinha, refeitório.

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Claustros do Mosteiro de Arouca

De seguida, ficará a conhecer o grandioso espaço destinado à cozinha e refeitório. Aqui se preparavam as refeições para todo o Mosteiro. Ainda de pé se encontra a enorme pedra que servia de mesa de apoio às confeções culinárias.

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Cozinha do mosteiro de arouca

A Sala do Capítulo fica no lado oposto à entrada. Uma sala imponente, fria, mas hoje despida de vida à exceção das lindíssimas pinturas das molduras de azuleijo, que ladeavam a abadessa por hora dos julgamentos e reuniões mais solenes. Ali se decidia o presente e o futuro do Mosteiro.

À saída, confrontam-nos inúmeras pedras fúnebres com inscrições do anos de falecimento das freiras. Acompanham-nos praticamente por todo o claustros debaixo das suas pedras graníticas da calçada. Viviam e morriam, portanto no mesmo local.

Dirigimo-nos para a Igreja. Antes, passamos pelos preciosos altares meticulosamente talhados a folha de ouro. Inúmeros os santos e suas vidas representadas que adornam o caminho. Santa Mafalda descansa numa das alas da igreja, por trás do seu túmulo de ébano, vestida de negro.

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Altar do mosteiro de Arouca

Chegamos ao centro do Mosteiro: dum lado, a igreja e do outro o espaço de oração outrora percorrido pelas monjas onde assistiam à missa, sentadas ou em misericórdia, separados por enormes grandes que evitavam o contacto e distanciavam as religiosas do mundo exterior.

Cadeiral
Cadeiral

Esta visão só é mesmo interrompida pelo soberbo e grandioso orgão de tubos, com as suas paredes recortadas pela talha e pintura. Desde 1743 que encanta o cenário litúrgico e inunda o espaço de música solene.

exemplos-de-cadeirais
Cadeirais

No espaço de oração das monjas, a imponente cadeiral barroco de madeira de jacarandá, com 104 artísticas carrancas esculpidas, rematam este cenário histórico. Aqui se sentavam as religiosas para orar e resolver os assuntos do dia a dia religioso e administrativo do Mosteiro.

Fruto desta vida totalmente dedicada à fé e religião, são inúmeros os artigos de espólio do Mosteiro que foram depositados no Museu de Arca Sacra.

Quando visitar o Museu de Arouca?

Horário:

  • Manhã 09:30 – 12:00
  • Tarde 14:00 – 17:00
  • Encerra à Segunda-Feira

Qual o preço dos bilhetes?

  • Adultos – 2,50€
  • Terceira Idade – 1,25€
  • Estudantes (até 24 Anos) – 1,25€

Localização: Largo de Santa Mafalda / Avenida 25 de Abril, 4540-108 Arouca, Aveiro

Quem visita o Mosteiro de Arouca, também visita o Museu de Arte Sacra

Preço dos bilhetes:

  • 3 €
  • Grátis até aos 14 anos.
  • Estudantes e reformados: €1.50.
  • Igreja: Visita livre

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Roteiro de 1 dia nos Passadiços do Paiva Arouca Geopark https://visit-arouca.com/8-km-de-caminhada-na-natureza-passadicos-do-paiva/ https://visit-arouca.com/8-km-de-caminhada-na-natureza-passadicos-do-paiva/#respond Sun, 20 Jan 2019 20:21:33 +0000 https://visit-arouca.com/?p=270 São 8km e 2h30 de contacto puro com a Natureza. Contamos aqui como desfrutar desta experiência. Partilhamos algumas dicas e detalhes importantes a ter em conta quando decidir fazer este percurso dos Passadiços do Paiva. A primeira pergunta quando pensamos em fazer os Passadiços do Paiva é: onde começar? Passadiços do Paiva onde começar O […]

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São 8km e 2h30 de contacto puro com a Natureza.

Contamos aqui como desfrutar desta experiência. Partilhamos algumas dicas e detalhes importantes a ter em conta quando decidir fazer este percurso dos Passadiços do Paiva.

A primeira pergunta quando pensamos em fazer os Passadiços do Paiva é: onde começar?

Passadiços do Paiva onde começar

O ideal será iniciar o percurso pelo Areinho. Não só porque o trajeto será predominantemente a descer mas porque no Areinho tem parque de estacionamento próprio para deixar a viatura. Em Espiunca será mais difícil estacionar.

Mapa-Passadiços-do-Paiva
Mapa passadiços do Paiva

E a segunda pergunta é: onde compramos os bilhetes de entrada?

Passadiços do Paiva bilhetes

O ideal será comprar os bilhetes online em https://reservas.passadicosdopaiva.pt  (1€). Aas crianças até aos 12 anos não pagam. Se não conseguir, poderá adquirir os bilhetes na loja interativa de turismo de Arouca ou na Praia Fluvial do Areinho mas será mais caro (2€).

Resolvidas as burocracias, aqui vamos nós!

1 Praia do Areinho – Passadiços do Paiva

Comecemos então pela entrada pelo Areinho. Tem parque de estacionamento mesmo na entrada pelo Areinho, mas dificilmente encontrará lugar aí na época alta. O ideal será deixar a viatura num dos parques de estacionamento feitos especialmente para albergar inúmeras viaturas ao descer para o Areinho. Encontrará indicações para o parque de estacionamento mas de referir que fica bastante longe da entrada na praia do Areinho.

Mais à frente iremos dar-lhe uma dica fantástica para melhor estacionar a viatura. Continue a ler….

2 Praia fluvial do Areinho

O primeiro ponto nesta viagem é a Praia fluvial do Areinho. Aí, a extensão da praia é grande e a zona é apoiada por um bar, onde poderá comprar um mapa por 1€ (ou pedir para tirar foto do mesmo…) e aproveitar uma visita aos WCs de apoio.

Praia do Areinho com cabras Praia do Areinho

O contacto com a natureza começa logo aqui na praia fluvial do Areinho e se tiver sorte, poderá ainda encontrar rebanhos de cabras de passagem pelo caminho de chegada à praia, oriundas das escarpas íngremes que irá ter o prazer de atravessar. O rebanho anda livre e pelos caminhos, incluindo a estrada, logo será importante ter atenção essa possibilidade na proximidade dos Passadiços.

Nesta primeira parte do percurso, desde a praia fluvial do Areinho até à ponte de Alvarenga, o trajeto é feito em terra batida mas já com o Rio Paiva como especial companhia, com as suas águas cristalinas e frescas.

Siga este link para saber mais sobre o Rio Paiva.

3 Ponte de Alvarenga – Passadiços do Paiva

Chegamos à ponte de Alvarenga, uma imponente construção de 3 arcos inteiros do século XVIII sobre duas rochas de granito, aproveitando a apertada garganta aí existente e que faz a ligação entre Arouca e Alvarenga.

Ponte-de-Alvarenga
Ponte de Alvarenga

E aqui vislumbramos o primeiro grande desafio: 310 degraus de escadas, a mais de 100 metros de altura, sempre a subir que só param na entrada/bilheteira dos Passadiços onde terá que apresentar os bilhetes comprados online (impressos ou e-ticket).

Do lado direito, vislumbra a escarpa rochosa da Garganta do Paiva, um dos 41 geossítios do Arouca Geopark, que só termina no calmo leito do rio Paiva. Do lado esquerdo a escadaria dos Passadiços a serpentear pela encosta íngreme.

No percurso, encontra 2 miradouros onde poderá recuperar o fôlego e apreciar a paisagem de cortar a respiração: os imensos e poderosos vales rochosos e a luz que os serpenteia oriunda das águas mais límpidas do Rio Paiva.

Vista ampla miradouro Garganta do Paiva Vista miradouro Garganta do Paiva

É um belo local para tirar umas fotos, enquadradas com as duas escarpas que separam as duas margens e tornam o cenário

As vistas são aqui verdadeiramente avassaladoras!

Saiba esta dica: no caso de fazer o percurso em tempo quente, será importante ter cuidado com esta subida. A maior parte das desistências acontecem nesta altura pelo esforço desprendido logo ao iniciar o percurso, sem aquecimento e com a adrenalina no máximo.

4 Bilheteira e futura ponte transparente sobre o Paiva

Saiba esta dica: passará pela bilheteira e se reparar, é uma zona onde poderá, numa próxima visita, encurtar a caminhada e a subida já que tem acesso por carro, à estrada principal R326-1.

Assim que a bilheteira fica para trás, é possível identificar no vale em frente, a próxima empreitada turística de Arouca: a ponte pedonal envidraçada do Paiva. Será a maior ponte pedonal do mundo, com 508 metros de comprimento. Será digna de uma vista para os mais aventureiros e sem medo de alturas.

Ponte-pedonal-e-cascata-das-Aguieiras
Ponte pedonal e cascata das Aguieiras

Mesmo por baixo da ponte pedonal envidraçada do Paiva e na encosta íngreme, outro ponto forte da viagem: a Cascata das Aguieiras.

5 Cascata das Aguieiras

Ainda em contexto natural, sem a presença ou intervenção do homem, é possível apreciar nos vários miradouros ou pela margem do caminho terrestre, a cascata das Aguieiras, um dos 41 geossítios do Arouca Geopark, cujas águas descem ferozmente pelo vale e quase a perder de vista.

Uma chamada de atenção para os mais distraídos: ter cuidado com o aproximar da margem….

Encontrará aqui um fantástico miradouro, especialmente construído para apreciar as fabulosas vistas da cascata das Aguieiras. É um pouco estranho contudo, o enquadramento do betão dos pilares da ponte pedonal envidraçada do Paiva e da lindíssima vista da cascata das Aguieiras. Esperemos mesmo que a construção da ponte pedonal envidraçada do Paiva não estrague este enquadramento.

Deixamos a cascata das Aguieiras para trás e a partir de aqui será praticamente sempre a descer. As primeiras centenas de metros são feitas a descer, quase a pique, por entre o serpentear do vale esquerdo dos passadiços na margem do Rio Paiva. Nesta descida, é possível apreciar o equilíbrio entre a natureza representada pelo rio e margens cheias de ver de vegetação e o trabalho feito pelo homem.

Assim que o percurso estabiliza, encontra uma cabine telefónica de emergência. A primeira de duas que existem no percurso para qualquer emergência.

Km-3-Passadiços-do-Paiva
Km 3 Passadiços do Paiva

O trajeto desce ligeiramente até meio do caminho, aos 4km. O verde toma conta da paisagem e contrasta com a cor da terra e da folhagem e ramagem das inúmeras árvores que tornam este trajeto tão especial.

“ Esquecemo-nos que estamos realmente suspensos numa encosta dum vale, numa estrutura de madeira feita engenhosamente pelo homem para se confundir e entrelaçar com a paisagem e tornar sempre próximas as duas margens do rio que teima em nos acompanhar nesta aventura”.

Km-4-Passadiços-do-Paiva
Km 4 Passadiços do Paiva

O leito do rio não é mais do que um perfeito espelho do azul do céu e do castanho e verde do monte que se nos opõe.

Saiba esta dica: se aguentar mais um pouco poderá descansar e fazer o seu piquenique nas margens da Praia do Vau. A maior parte das pessoas começa por esta a altura a parar e a repor as energias mas se aguentar, verá que valerá a pena. Já falta pouco….

6 Ponte de metal do Vau

E quando nada o suporia, eis que uma travessia para o outro lado da margem nos une a esse outro vale irmão. Uma ponte lindíssima feita de metal a lembrar os filmes do Indiana Jones. É obrigatório atravessá-la ou pelo menos chegar a meio e observar a perspetiva diferente que estar por cima do rio Paiva lhe proporcionará. É um belo local para umas fotos especiais.

Ponte do Vau Ponte do Vau

 

Saiba esta dica: o trajeto continua na margem esquerda.

7 Praia Fluvial do Vau

Continuando, o rio alarga-se e acalma numa deslumbrante praia onde é possível banhar-se, mergulhar, estender uma toalha e repousar. A praia fluvial do Vau, um dos 41 geossítios do Arouca Geopark. Esta parte do percurso é apoiado por um bar onde servem refeições rápidas mas apenas na época alta. Aqui pode também terminar a caminhada caso tenha deixado o seu transporte neste local ou solicitar um táxi a partir da praia fluvial do Vau.

Praia fluvial do Vau Praia fluvial do Vau areal

 

Curiosamente, o trajeto torna-se mais rochoso depois da praia fluvial do Vau. Imensos calhaus na encosta, ao lado dos Passadiços, e como que a querer comunicar com os transeuntes saem literalmente da encosta e cruzam o nosso horizonte, obrigando a contorná-los mas sem nunca deixarmos de lhes passar a mão, em verdadeira comunhão com aquele pedaço gigantesco de natureza.

Km-6-Passadiços-do-Paiva
Km 6 Passadiços do Paiva

E parecendo que não, já percorremos cerca de 6km…

8 A Gola do Salto

Por outro lado, ali mesmo ao lado, o percurso do rio torna-se cada vez mais encarpado, os rápidos começam a aparecer e a tornar barulhento aquele que foi até aqui um percurso silencioso do nosso companheiro de viagem. Um “barulho” saudável e muito apreciado por aqueles aventureiros do rafting e canoying que encontram aqui um lugar sagrado para se atirarem à água, num ponto alto, a Gola do Salto, mais um dos 41 geossítios do Arouca Geopark.

Siga este link se quiser saber mais informações sobre rafting, canoying e river trekking no rio Paiva.

Gola do Salto Gola do Salto e rio Paiva

Na Gola do Salto não pode deixar de descer uns 100 degraus (e subi-los depois…) até ao miradouro para apreciar a magnificência da voracidade do rio, nos rápidos e naquele estreito e desnivelado percurso. É inimaginável a quantidade de água que jorra apenas naquele encontro das duas margens, como se de uma fonte inesgotável de água se tratasse.

Tudo se acalma a partir da Gola do Salto, até porque estamos quase a chegar ao fim.

9 A falha de Espiunca

Aparecem estruturas rochosas no rio dando lugar a mini percursos cada vez mais estreitos. E já conseguimos identificar a ponte de Espiunca por entre o arvoredo e as paredes rochosas. Estas, constituem a famosa falha de Espiunca: uma falha tectónica origina pelo deslizamento em sentidos opostos de blocos de rocha por ação de forças distintas, há milhões de anos, criando uma linha de separação bem visível. falha de Espiunca, um dos principais geossítios do Arouca Geopark e local de passagem obrigatória.

10 A praia fluvial de Espiunca

Chegando à ponte de Espiunca, o trajeto Areinho-Espiunca termina. Poderá ainda desfrutar da praia fluvial de Espiunca, que se localiza numa das margens depois da ponte. No Verão, estando o caudal do rio mais reduzido, é possível atravessar por baixo da ponte até à praia fluvial da Espiunca.

Saiba esta dica: Aqui, encontrará táxis de apoio que fazem o transporte de volta para o Areinho (cerca de 15€) ou o autocarro da Transdev que liga de hora em hora Espiunca a Arouca, passando pelo Areinho (entre maio e outubro) pelo preço de 2€.

Km 7 - Passadiços do Paiva Ponte de Espiunca

Resumir o percurso dos Passadiços do Paiva

Resumindo, no percurso de 8km encontra os seguintes locais principais onde pode repousar e apreciar a natureza no seu estado mais puro:

1 Passadiços do Paiva Areinho
2 Praia fluvial do Areinho
3 Ponte de Alvarenga
4 Bilheteira e futura ponte transparente sobre o Paiva
5 Cascata das Aguieiras
6 Ponte de metal do Vau
7 Praia Fluvial do Vau
8 A Gola do Salto
9 A falha de Espiunca
10 A praia fluvial de Espiunca

Passadiços do Paiva onde comer

Depois de tanto exercício físico, nada como pensar num saboroso bife de Alvarenga. Tem inúmera opções mas deixamos algumas sugestões:

    • Tasquinha da Quinta Restaurante. Especialidades: vitela e cabrito assado no forno, “postinha” e a vitela no espeto, “costeletinhas” e os nacos de vitela na brasa, polvo e bacalhau grelhados. Mesmo no centro de Arouca na Rua 1º de Maio. Convém reservar: 256944080.
    • Casa dos Bifes Silva (restaurante e hospedaria). Especialidades: bife à Alvarenga, vitela assada em forno de lenha, bacalhau frito de cebolada. No Lugar do Paço, em Alvarenga. Reservas: 256 955 443 ou 964 016 987 www.casadosbifes.com
    • Casa dos Bifes Caetano. Especialidades: bife de Alvarenga, vitela assada, bacalhau com migas. Reservas: 256 955 150 ou 965 070 232. Em Albisqueiros – Alvarenga.
    • Assembleia Wine Bar & Restaurante. Em frente ao MOsteiro de Arouca, na Travessa da Ribeira. Reservas: 256 944 392.
    • Alto da Estrada Restaurante Regional. Dos restaurante mais antigos de Arouca. Especialidades: vitela assada, cabrito assado, cozido à portuguesa, bacalhau à auto da estrada. Situado mesmo à entrada de Arouca, na Avenida 25 de Abril, no Burgo. Reservas: 256 944 796.
    • Manjar das Oliveiras Restaurante Regional. Reservas 256 484 043.

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Arouca, terra fértil em pasto, é também conhecida pelos pratos de grande qualidade e sabor muito apreciado da Carne Arouquesa da Raça Arouquesa, nomeadamente a vitela assada no forno, os bifes de Alvarenga, a posta arouquesa, os medalhões e a espetada de vitela arouquesa, o costelão de arouquês, a vitela arouquesa na púcara e as costeletas de vitela arouquesa grelhada. A matéria–prima provém de uma alimentação à base de produtos naturais e tratamento dos animais que seja padrões e requisitos de qualidade bem estabelecidos.

Origem da Raça Arouquesa

A história do aparecimento desta raça é ainda hoje desconhecido ainda que se pense que remonte aos tempos Celtas, pelo cruzamento de várias raças de bovinos, nomeadamente as raça barrosã, mirandesa e minhota ou galega, cujas áreas de povoamento se alongavam pelo território nacional.

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Características da Raça Arouquesa

São geralmente animais de porte pequeno (fêmeas pesam em média 350-450 kg e os machos adultos 750-900kg), com forte musculatura. Têm um temperamento dócil mas frequentemente impetuoso quando incomodados e estão perfeitamente adaptados às encostas serranas, inundadas de traços rochosos, ao clima agreste em particular no inverno e conseguem atingir, na maioria dos casos, os 16 a 18 anos de vida útil, no caso das fêmeas. Dadas as suas características físicas são animais fantásticos de trabalho, sendo ainda hoje muito usados também para produção de carne e leite.

Carne Arouquesa com Denominação de Origem Protegida (DOP)

É considerada carne Arouquesa DOP as carcaças de vitela, novilho, vaca e boi da raça Arouquesa, criados de forma tradicional, na região de Arouca. Apenas os animais de linha pura da Raça Arouquesa, inscritos no livro genealógico, poderão fornecer material para DOP. Assim, não são admitidos cruzamentos que possam por em causa a linhagem, a continuidade e apuramento da raça. Por outro lado, é garantido que os animais só poderão ser inscritos no registo de adultos após terem atingido a maioridade, 18 meses no caso das fêmeas e 12 meses nos machos.

A origem da Carne Arouquense é de:

  • Vitela – carcaças de animais abatidos entre os cinco e os nove meses de idade, com um peso compreendido entre 70 Kg e 135 Kg;
  • Novilho – carcaças de machos e fêmeas sem parto, abatidos entre os nove e os vinte e quatro meses de idade, com um peso compreendido entre os 136 Kg e os 230 Kg;
  • Vaca – carcaças de fêmeas com ou sem parto, abatidas entre os dois e quatro anos, com um peso mínimo de 150 Kg;
  • Boi – carcaças de machos castrados, abatidos entre os dois e os cinco anos, com um peso mínimo de 150 Kg.

A utilização da “Denominação de Origem Protegida” obriga a que a carne seja produzida de acordo com determinadas requisitos no caderno de especificações, que inclui:

  • A identificação dos animais e assegurado o nascimento e criação dentro dos limites da área geográfica;
  • Crescimento e alimentação em pasto natural e em equilíbrio e respeito com a natureza
  • O saneamento e a assistência veterinária;
  • A alimentação e o cuidado dos animais desde o nascimento, crescimento e transporte em conforto evitando fontes de stress
  • A indicação das substâncias de uso interdito;
  • As condições a observar no abate e conservação das carcaças
  • O controlo sanitário/rotulagem desde os progenitores até ao consumidor final.

Só podem beneficiar do uso da Denominação de Origem, os produtores que sejam expressamente autorizados pelo Agrupamento de Produtores ANCRA – Associação Nacional dos Criadores da Raça Arouquesa.

Características especiais da carne arouquesa

A carne apresenta determinadas características, todas elas definidas no Caderno de Especificações da DOP, tais como:

  • Cor:
    • rósea-clara a rosa pálida (vitela);
    • rosa a vermelho-claro (novilho);
    • avermelhado a vermelho- escuro (vaca e boi);
  • Gordura:
    • branca (vitela);
    • branca a cremosa (novilho);
    • amarelada (vaca e boi);
  • Cheiro e Sabor:
    • em todas as classes, o cheiro e o sabor são sui generis;
  • Consistência da Carne:
    • firme e ligeiramente húmida.

Território de produção da carne arouquesa

A área de produção desta carne abrange uma área de cerca de 1250 km da Região Centro, em que estão incluídos os Concelhos de:

  • Na Região Centro: Castelo de Paiva, Arouca, Castro Daire, S. Pedro do Sul, Vale de Cambra, Sever do Vouga, Oliveira de Frades, Vouzela e algumas freguesias de Albergaria-a-Velha, Vila Nova de Paiva e Viseu.
  • Na Região Norte: Baião, Cinfães, Castelo de Paiva, Arouca e algumas freguesias de Resende, Celorico de Basto, Amarante, Marco de Canaveses, Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira, Lamego e Tarouca.

Onde comer carne arouquesa

  • Tasquinha da Quinta Restaurante. Especialidades: vitela e cabrito assado no forno, “postinha” e a vitela no espeto, “costeletinhas” e os nacos de vitela na brasa, polvo e bacalhau grelhados. Mesmo no centro de Arouca na Rua 1º de Maio. Convém reservar: 256944080.
  • Casa dos Bifes Silva (restaurante e hospedaria). Especialidades: bife à Alvarenga, vitela assada em forno de lenha, bacalhau frito de cebolada. No Lugar do Paço, em Alvarenga. Reservas: 256 955 443 ou 964 016 987 www.casadosbifes.com
  • Casa dos Bifes Caetano. Especialidades: bife de Alvarenga, vitela assada, bacalhau com migas. Reservas: 256 955 150 ou 965 070 232. Em Albisqueiros – Alvarenga.
  • Assembleia Wine Bar & Restaurante. Em frente ao MOsteiro de Arouca, na Travessa da Ribeira. Reservas: 256 944 392.
  • Alto da Estrada Restaurante Regional. Dos restaurante mais antigos de Arouca. Especialidades: vitela assada, cabrito assado, cozido à portuguesa, bacalhau à auto da estrada. Situado mesmo à entrada de Arouca, na Avenida 25 de Abril, no Burgo. Reservas: 256 944 796.
  • Manjar das Oliveiras Restaurante Regional. Reservas 256 484 043.

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Saiba tudo sobre os Doces Conventuais de Arouca https://visit-arouca.com/delicie-se-com-os-doces-conventuais-de-arouca/ https://visit-arouca.com/delicie-se-com-os-doces-conventuais-de-arouca/#respond Thu, 10 Jan 2019 23:28:07 +0000 https://visit-arouca.com/?p=96 A história de Arouca passa também pela requintada doçaria conventual transmitida de geração em geração até aos dias de hoje. É das principais riquezas gastronómicas da região e a produção de Doces Conventuais de Arouca ainda é hoje dos principais interesses turísticos da região. A Origem dos Doces Conventuais de Arouca A sua origem remonta […]

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A história de Arouca passa também pela requintada doçaria conventual transmitida de geração em geração até aos dias de hoje. É das principais riquezas gastronómicas da região e a produção de Doces Conventuais de Arouca ainda é hoje dos principais interesses turísticos da região.

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A Origem dos Doces Conventuais de Arouca

A sua origem remonta aos tempos passados da vida em convento das freiras um pouco por todo o país em particular no Convento de Arouca. Estas freiras especializavam-se na confeção de doces que forneciam às populações em troca de outros bens necessários à sua vida nos conventos. Por outro lado, eram feitos também para presentear individualidades civis e religiosas que cedo testemunharam a requintada especialidade e rapidamente provocaram o alastramento da fama destes doces por toda a região envolvente ao, também chamado, Convento de Santa Mafalda. Tornavam-se assim famosos e parte indispensável de festas e romarias.

Naturalmente, as receitas eram mantidas religiosamente em segredo e estando só ao alcance das freiras S. Bernadinas. Ou talvez não…

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O segredo das receitas desvendado…

Existem registos históricos da existência das ”moças da ordem”, as serviçais e laicas, que trabalhavam e ajudavam as freiras no Convento mas também serviam as casas senhoriais de Arouca. Sabe-se, por outro lado, que o Convento de Arouca  era um verdadeiro espaço social procurado pelas famílias senhoriais da região do vale do Arda. E daí o veículo e passagem de informação terá sido possível aquando da extinção das ordens religiosas no final do séc. XIX por essas “moças da ordem”.

Mas graças a este provável acontecimento, preservados e são hoje conhecidos os métodos e fórmulas ancestrais que permite hoje apreciar esta famosa doçaria conventual.

Recriação da vida das freiras e produção de doces

Poderá assistir à recriação histórica da vida da freiras e em particular ver como as freiras se dedicavam a esta tarefa nos seu dias de vida no Mosteiro de Arouca. A recriação histórica que tem lugar em julho pode ser visitada e apreciadas as principais atividades, deveres e afazeres das mongas e freiras.

Cenas de uma Recriação

 

A ligação dos doces à religião

Provavelmente já reparou nos nomes quase religiosos dados a estes doces tradicionais e regionais alusivos a festas ou celebrações litúrgicas. A doçaria conventual passa assim a ser uma outra forma de exteriorizar a relação com Deus, como por exemplo:

  • Barrigas de freira, barrigas de freira
  • Papos de anjo
  • Queijinhos do céu
  • Toucinho do céu.

E mais importante que saber a origem e história destes doces, é saber fazê-los.

Listamos a seguir as 5 receitas de doces que irá adorar.

Receitas de Doces Conventuais de Arouca

Pão de ló de Arouca

Batem-se as gemas com o açúcar durante 30 minutos.

As claras em neve juntam-se às gemas e, por fim, a farinha com o fermento.

Forra-se a forma com o papel, enche-se com a massa e vai ao forno a cozer em temperatura branda durante cerca de 2 horas.

O Pão de ló de Arouca húmido é confecionado desde 1840 e distingue-se dos outros pelo facto de ser apresentado em fatias, embaladas individualmente, envolvidas em calda quente de açúcar.

Castanhas doces

Doces de cor e em forma de castanha (10 gr) , bastante pastosos.

Os ingrediente são: 375 gr de miolo de amêndoa em pó, 350 gr de açúcar, 16 gemas, 2 gemas para pincelar, 150ml de água, farinha q.b.

Fazer uma calda com o açúcar e a água até formar ponto de cabelo e deixar arrefecer. A amêndoa pelada e moída é ralada e os ovos batidos. Adicionar o açúcar e levar ao lume para secar. Depois de fria a massa, moldar as castanhas com a mão e passar por ovo. Assar nas brasas para ganharem cor de castanha.

Roscas de amêndoa

Doces em forma de rosca com cerca de 5 cm de diâmetro e um peso aproximado de 45 g.

Ingredientes: ovos, açúcar e amêndoas.

Misturar os ingredientes até obter uma massa pastosa (os ovos são adicionados até conseguir a consistência desejada). Fazer rolos com cerca de 1 cm de espessura e moldar em espiral de 5cm de diâmetro. Cozer em forno de lenha.

Morcela de Arouca

Tripas recheadas com doce de miolo de pão e amêndoa, exatamente como as morcelas.

Os ingredientes são: 1 colher (café) de canela, 125 g de manteiga, 125 g de miolo de pão, 200 g de amêndoa moída, 200 ml de água, 500 g de açúcar

Fazer uma calda de açúcar e água até ponto de cabelo. Arrefecer e adicionar a mistura de miolo de pão, amêndoa ralada, ovos, açúcar e canela. Amassar à mão, repousar e encher as tripas, que se escaldam depois em água a ferver e se escorrem. Fritar na altura de servir.

Barriga de freira de Arouca

É um creme de cor amarela, espesso, feito com ovos, açúcar, amêndoa, pão, água e polvilhado com canela. Ingredientes: 50 g de miolo de amêndoa ou de pinhões, 300 g de açúcar, 2 dl de água, 100 g de miolo de pão, 4 ovos, canela q.b.

Fazer uma calda de açúcar e juntar  a que se juntam os ovos, o pão esfarelado, a amêndoa e a canela. Levar ao lume a engrossar durante 45 minutos. Retirar e despejar em taças e polvilhar com canela.

Melindres de Arouca

Bolos feitos com ovos, açúcar e farinha, com diâmetro de cerca de 5 cm e espessura de 1 cm.

Ingredientes: 3 ovos, 2 gemas, 275 grs de açúcar, 375 grs de farinha trigo T55, sumo de meio limão, 1 colher de chá rasa de fermento.

Bater as gemas de ovos longamente com o açúcar até se obter um creme esbranquiçado. Juntar a farinha e as claras em castelo. Estender a massa em bolos de forma circular com 1 cm de espessura e 5 cm de diâmetro, que vão a cozer em forno de lenha. Deixar arrefecer e cobrir com um preparado feito com claras e açúcar (glacé).

Manjar de Língua de Arouca

É um doce feito com ovos, farinha, açúcar e língua de vaca.

Cozer língua de vaca, esfiar e voltar a cozinhar com cerca de 0,5 kg de arroz ou farinha de arroz e um litro de leite. Quando o arroz está meio cozido juntar o açúcar e um pouco de sal. Após a cozedura do arroz, retirar do lume e juntar gemas de ovos até se obter uma cor bem dourada. Continuar a bater muito bem até a consistência pastosa apresentar uma certa leveza.

Onde comer a doces conventuais de Arouca?

Em Arouca, o local ideal para experenciar estas delícias será na Casa dos Doces de Arouca situada na rua principal:

Avenida 25 de Abril, 24B
4540-102 Arouca
Telefone: 256946066
Telemóvel: 915675134

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Aventure-se | Rafting e Canoagem no rio Paiva https://visit-arouca.com/rafting-e-canoying-no-rio-paiva/ https://visit-arouca.com/rafting-e-canoying-no-rio-paiva/#respond Tue, 08 Jan 2019 22:24:32 +0000 https://visit-arouca.com/?p=49 Rafting no Rio Paiva Uma experiência radical e bem molhada! Rafting no Rio Paiva! E porque não aproveitar para desfrutar do Rio Paiva duma forma aventureira e inesquecível? É destemido(a)? Está em boa forma física e sabe nadar? Gosta do ar livre e da natureza? Então experimente o Rafting no Rio Paiva! O rafting no […]

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Rafting no Rio Paiva

Uma experiência radical e bem molhada! Rafting no Rio Paiva!

E porque não aproveitar para desfrutar do Rio Paiva duma forma aventureira e inesquecível?
É destemido(a)? Está em boa forma física e sabe nadar? Gosta do ar livre e da natureza?
Então experimente o Rafting no Rio Paiva!

O rafting no Rio Paiva é uma atividade aquática radical que consiste na descida de rios rápidos em barcos insufláveis denominados rafts. Em particular em rios que proporcionem descidas repentinas e obstáculos frequentes e inesperados e o contacto direto com as águas bravas do rio Paiva. O percurso do rio Paiva e o grau de dificuldade da atividade varia de acordo com o caudal, com os declives rápidos e os obstáculos encontrados.

Dado tratar-se de um rio alimentado muito pelas chuvas intensas, esta atividade desenrola-se durante os meses de outono e inverno.

Pode complementar esta atividade com outras muito divertidas como o river trekking no Paiva.

 

River trekking rio paiva

River treking é uma forma diferente de conhecer o rio e tirar partido das suas características. É uma combinação de trilho pelo rio, que incluí mergulho, subidas e descidas pelas rochas que acompanham o leito do rio, tudo em contacto direto com a natureza.

Foto river trekking
Foto river trekking

 Rafting rio Paiva empresas

Existem várias empresas que oferecem uma experiência única de aventura e adrenalina!

Pode variar com a empresa, mas geralmente as condições são:

  • Percurso de Espiunca a Travanca e Vau a Espiunca;
  • A embarcação pode levar até 8 pessoas;
  • Início da atividade começa logo pela manhã;
  • Equipamento necessário: fato de banho, t-shirt de licra e toalha;
  • Os preços variam com o número de pessoas, mas podem ir de 40€ a 50€.

 

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